PRD/SSD deverá eleger um deputado direto e outro na sobra nestas eleições, confira os puxadores de votos e as “buchas”

Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral. Dando prosseguimento aos prognósticos visando as eleições 2026 no que diz respeito a disputa por cadeira na Câmara Federal, o Blog do Domingos Costa agora analisa os candidatos a deputados estaduais da Federação Renovação Solidária compostos pelos partidos PRD e Solidariedade. Os dois partidos registraram na Justiça Eleitoral 19 (dezenove) candidatos à Câmara Federal, desses, 08 (oito) mulheres e 12 (onze) homens. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Uma cadeira direita e outra na sobra Nessa nominata da Federação Renovação Solidária os “puxadores de votos” deverão, em tese, chegar a 320 mil votos, mais 40 mil votos advindos da soma de votos de legenda e dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca 360 mil votos. Então, a conclusão é de que o PRD/SSD elegerá 01 deputado federal de forma direta e outro na sobra. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral. Fonte: Domingo Costa
ANÁLISE: PL deverá eleger três deputados federais nestas eleições no Maranhão; confira os “buchas” e puxadores de votos

Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral. Nesta quinta-feira (19) o Blog do Domingos Costa dá inicio às análises alusivas as eleições 2026 no que diz respeito as 18 cadeiras na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão. O primeiro partido analisado é o PL. O PL registrou na Justiça Eleitoral 18 (dezoito) candidatos à Assembleia Legislativa na Justiça Eleitoral, desses, 07 (sete) mulheres e 11 (onze) homens. O nome do Pastor Gil não foi incluído pelo fato de estar em condição de inelegibilidade. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Três deputados Nessa nominata do PL , os “puxadores de votos” deverão, em tese, chegar a 620 mil votos, mais 30 mil votos advindos da soma de votos de legenda e dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca 650 mil votos. Então, a conclusão é de que o PL elegerá 03 (três) deputados federais de forma direta na Câmara Federal. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral. Fonte: Domingo Costa
Partido Podemos deverá eleger um deputado federal nestas eleições; confira os puxadores de votos e as “buchas”

Dando prosseguimento aos prognósticos visando as eleições 2026 no que diz respeito a disputa por cadeira na Câmara Federal, o Blog do Domingos Costa agora analisa os candidatos a deputados federais do Podemos O partido registrou na Justiça Eleitoral 18 (dezoito) candidatos à Câmara Federal, desses, 08 (oito) mulheres e 10 (dez) homens. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Briga para chegar a 80% do cocientes eleitoral Nessa nominata do Podemos os “puxadores de votos” deverão, em tese, chegar a 150 mil votos, mais 30 mil votos advindos da soma de votos de legenda e dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca 180 mil votos. Então, a conclusão é de que o Podemos – numa visão bem otimista – poderá eleger 01 (um) deputado federal caso, consiga, de fato, chegar aos 80% do “Quociente Eleitoral”. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral.
Federação PSDB/Cidadania deverá eleger um deputado federal; confira dos puxadores de votos e as “buchas”

Em mais uma rodada dos prognósticos visando as eleições 2026 no que diz respeito a disputa por cadeira na Câmara Federal, o Blog do Domingos Costa agora analisa os candidatos a deputados federais da Federação formada pelos partidos PSDB/Cidadania. O partido registrou na Justiça Eleitoral 18 (dezoito) candidatos à Câmara Federal, desses, 07 (oito) mulheres e 11 (onze) homens. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Elegerá de forma direta um deputado Nessa nominata PSDB/Cidadania os “puxadores de votos” deverão, em tese, chegar a 170 mil votos, mais 50 mil votos advindos da soma de votos de legenda e dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca 220 mil votos. Então, a conclusão é de que a federação PSDB/Cidadania elegerá 01 (um) deputado federal de forma direto. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral.
PSD do irmão de Braide enfrenta muita dificuldade para eleger uma cadeira na Câmara Federal

Dando prosseguimento aos prognósticos visando as eleições 2026 no que diz respeito a disputa por cadeira na Câmara Federal, o Blog do Domingos Costa agora analisa os candidatos a deputados federais do PSD, partido do candidato ao governo Eduardo Braide. O partido registrou na Justiça Eleitoral apenas 11 (onze) candidatos à Câmara Federal, desses, 05 (cinco) mulheres e 06 (seis) homens. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Dificuldade de eleger uma cadeira Nessa nominata PSD os “puxadores de votos” juntos possuem 120 mil votos, somando a mais 40 mil advindos da soma de votos de legenda e dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca 160 mil votos. Então, a conclusão é de que o PSD irá ter muita dificuldade para fazer eleger uma cadeira na Câmara Federal e precisa chegar pelo menos aos 80% do “Quociente Eleitoral”. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral. Fonte: Domingo Costa
Federação União Brasil/Progressista deve eleger dois deputados federais direto e briga pela 3ª vaga na sobra

Dando prosseguimento aos prognósticos visando as eleições 2026 no que diz respeito a disputa por cadeira na Câmara Federal, o Blog do Domingos Costa agora analisa os candidatos a deputados federais da Federação União Brasil/Progressista. Os partidos registram na Justiça Eleitoral apenas 18 (dezoito) candidatos à Câmara Federal, desses, 06 (seis) mulheres e 12 (doze) homens. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Dois direto e briga pela sobra Nessa nominata União Brasil/PP os “puxadores de votos” juntos possuem 500 mil votos, somando a mais 30 mil advindos da soma de votos de legenda e dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca 530 mil votos. Então, a conclusão é de que o União Brasil/PP vai eleger dois deputados de forma direto e briga pela terceira vaga na sobra. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral. Fonte: Domingo Costa
PDT deverá eleger um deputado federal nestas eleições; confira os puxadores de votos e as “buchas”

Dando prosseguimento aos prognósticos visando as eleições 2026 no que diz respeito a disputa por cadeira na Câmara Federal, o Blog do Domingos Costa agora analisa os candidatos a deputados federais do PDT. Os partidos registram na Justiça Eleitoral apenas 18 (dezoito) candidatos à Câmara Federal, desses, 06 (seis) mulheres e 12 (doze) homens. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Faz uma cadeira Nessa nominata PDT os “puxadores de votos” juntos possuem 140 mil votos, somando a mais 40 mil advindos da soma de votos de legenda e dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca 180 mil votos. Então, a conclusão é de que o PDT numa visão bem otimista – poderá eleger 01 (um) deputado federal caso, consiga, de fato, chegar aos 80% do “Quociente Eleitoral”. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral.
Para o Avante eleger um deputado federal, Duarte Júnior precisa tirar 140 mil votos; confira todos os candidatos do partido

Dando prosseguimento aos prognósticos visando as eleições 2026 no que diz respeito a disputa por cadeira na Câmara Federal, o Blog do Domingos Costa agora analisa os candidatos a deputados federais do partido Avante. Os partidos registram na Justiça Eleitoral apenas 19 (dezoito) candidatos à Câmara Federal, desses, 06 (seis) mulheres e 13 (treze) homens. Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral. – Possível desempenho O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos. E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Câmara Federal pertencentes ao Maranhão, no caso 18 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado federal, em tese, são necessários cerca de 200 mil votos. De forma que para fazer uma cadeira na Câmara é precisa obter 200 mil votos, logo, duas cadeiras são necessários 400 mil votos; três cadeiras 600 mil votos, quatro cadeiras 800 e assim sucessivamente. – Desafio eleger um deputado Nessa nominata do Avante, os “buchas” devem alcançar cerca de 40 mil votos, portanto, para alcançar 80% do “Quociente Eleitoral”, o “puxador de votos” Duarte Júnior deverá fazer 140 mil votos, totalizando 180 mil. Dessa forma, o partido elegerá um deputado federal. Vale destacar que o ponto de vista expressado neste post do Blog do DC não tem valor cientifico, portanto, trata-se unicamente de prognóstico, logo, são palpites e não possui efeito de pesquisa eleitoral. Fonte: Domingo Costa
TRISTEZA: IDOSA DE 71 ANOS SAI PARA CHURRASCO E, AO VOLTAR, ENCONTRA CASA INVADIDA; APÓS 11 DIAS SEM CONSEGUIR ENTRAR, DESCOBRE DETALHE ASSUSTADOR: “ME VIGIAVA HÁ 2 ANOS”

Uma situação que deveria durar apenas algumas horas acabou se transformando em dias de angústia para uma idosa de 71 anos, moradora da Vila Mariana, na Zona Sul de São Paulo. Dona Ana Maria afirma que ficou 11 dias sem conseguir entrar na própria residência depois de descobrir que o imóvel havia sido ocupado enquanto ela estava fora. Segundo o relato da idosa, ela mora no local há décadas e havia saído de casa para participar de um churrasco. Naquela noite, decidiu dormir na residência de parentes e pretendia retornar normalmente no dia seguinte. No entanto, quando voltou, encontrou uma situação completamente inesperada: havia um cadeado impedindo seu acesso ao imóvel. Foi então que Dona Ana Maria percebeu que outras pessoas estavam dentro da casa. De acordo com seu relato, as ocupantes se recusavam a deixar o imóvel, e a idosa passou vários dias sem conseguir ter acesso à residência onde vive há tantos anos. A situação teria se prolongado por aproximadamente 11 dias. Durante esse período, Dona Ana Maria buscou uma maneira de recuperar o acesso ao imóvel e conseguiu acionar a polícia. Agentes foram até o endereço para acompanhar a ocorrência e realizar a retirada das pessoas que estavam na residência. Quando finalmente conseguiu voltar para dentro de casa, a idosa afirma que encontrou um cenário muito diferente daquele que havia deixado. Segundo Dona Ana Maria, o imóvel estava extremamente sujo, com diversos objetos fora do lugar e pertences danificados. Ela também contou que encontrou coisas espalhadas pelos cômodos e disse que até mesmo o fogão havia sido retirado de seu lugar habitual e colocado dentro de um dos quartos. Além dos danos e da sujeira encontrados após a retomada da residência, outro detalhe do caso chamou ainda mais a atenção da moradora. Dona Ana Maria afirma que uma das mulheres que estavam no imóvel teria dito que já observava sua rotina havia aproximadamente dois anos. Segundo a idosa, essa pessoa teria acompanhado seus movimentos durante esse período e já teria a intenção de entrar no imóvel. A declaração deixou Dona Ana Maria ainda mais preocupada, principalmente porque ela vive no endereço há décadas e jamais imaginou passar por uma situação semelhante. Depois de 11 dias de incerteza, a moradora finalmente conseguiu retornar para sua residência. Agora, além de reorganizar e limpar o imóvel, ela precisa lidar com os prejuízos deixados no local e com o impacto de descobrir que, segundo seu próprio relato, sua rotina poderia estar sendo observada havia muito tempo antes da invasão.
As “buchas de canhão” de Imperatriz: quem você está ajudando a eleger?

Imperatriz tem uma eleição para deputado federal ou até mesmo de estadual, que merecem a atenção do eleitor. Não apenas pelos candidatos, mas pela matemática das chapas. Algumas candidaturas podem não ter grandes chances de conquistar uma cadeira, mas podem obter uma votação expressiva e, pelo sistema proporcional, ajudar a eleger outros nomes da mesma legenda ou federação. Um exemplo é Carlos Hermes, do PT. É conhecido em Imperatriz e pode ser bem votado, mas dificilmente seria eleito deputado federal. Seus votos, entretanto, entram na conta da chapa e podem ajudar outro nome petista com maior potencial eleitoral, como Márcio Jerry, personagem conhecido da política local e ex-integrante do governo municipal fracassado de Jomar Fernandes, onde chegou a ser chamado de “Ravengar” da administração. Outro caso é o de Alberto Souza. Sua candidatura pode representar uma força eleitoral importante em Imperatriz e, consequentemente, contribuir para o desempenho do PDT e beneficiar candidatos de fora, como Erlânio Xavier. E há ainda Vânia do MST, que já disputou uma vaga de deputada federal em 2022. Naquela eleição, recebeu mais de 21 mil votos no Maranhão, ficando como suplente. Agora, novamente candidata pelo PT, sua votação também poderá ter peso na composição da chapa. Observem que Vereadores como Rodrigo Brasmar, Manchinha, entre outros, apenas são candidaturas que funcionam como cabo eleitorais carreando votos para candidatos que jamais o eleitor de Imperatriz votaria. É importante deixar claro: chamar essas candidaturas de “laranjas” exigiria provas e pode ser juridicamente inadequado. Mas é perfeitamente legítimo discutir o papel estratégico que determinadas candidaturas exercem dentro de uma chapa. O eleitor de Imperatriz precisa entender uma coisa: votar em determinado candidato a deputado federal pode significar, indiretamente, ajudar a eleger outro que não queria. Por isso, antes de apertar o botão verde, vale perguntar: Quem, além do meu candidato, pode estar sendo beneficiado pelo meu voto? Essa é a matemática eleitoral que muita gente só descobre depois da eleição. A pergunta que não quer calar E fica uma pergunta incômoda para o eleitor: Essas candidaturas estão cumprindo esse papel apenas por fidelidade às suas siglas, para fortalecer a legenda e ajudar companheiros de partido, ou existe algum outro tipo de vantagem envolvida?