
Prefeitura de Imperatriz bancava conta de evento de Braide que acabou em tragédia
Informações obtidas em pelo portal O INFORMANTE dão conta de que ao menos 60 funcionários comissionados da Prefeitura de Imperatriz formavam o ‘abre-alas’ da carreata do candidato a governador Eduardo Braide (PSD), em Riachão, Sul do Maranhão, na manhã dessa segunda-feira, 22, quando o trio elétrico que carregava a elite do evento atropelou duas pessoas e esmagou contra um poste de concreto. A morte foi instantânea. Em cima do trio elétrico, além de Eduardo Braide, estavam o prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral; os candidatos ao senado, Lahésio Bonfim e André Fufuca, além do Dr Erick e Viviane Costa, marido e mulher, candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa do Estado, respectivamente. Na ‘comissão de frente’ da carreata, integralmente formada por servidores da Prefeitura de Imperatriz, numa segunda-feira, em horário de expediente, a mais de 367 quilômetros de distância dos seus postos de trabalho, estavam pelo menos dois integrantes do primeiro escalão: Solon Rodrigues dos Anjos, Procurador Geral do Município, e Alfredo Wagner Machado Santos, secretário de Desenvolvimento Econômico. No mesmo ‘bloco’, dezenas de servidores de outros escalões, dentre os quais Eduardo Massoli, que era chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Agricultura e que morreu na batida do trio elétrico contra o poste. Jhony Chaves Araújo, 38 anos, é nomeado por Rildo Amaral como “coordenador de transportes” do Hospital Municipal, o Socorrão. Em depoimento, como testemunha do desastre, ele falou em “muita gente trazida de Imperatriz, inclusive o prefeito Rildo”. Jhony, que ganha R$ 4 mil por mês, informou que “todo mundo veio no domingo, com direito a hotel para pernoite em Balsas”. Depois de evento em Riachão iriam para outro, em Carolina, e somente no final da noite retornariam a Imperatriz. Giovanni Oliveira Nogueira, 40 anos, também é da faixa dos R$ 4 mil de salário da prefeitura, nomeado para o setor de Licitação e Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde. No depoimento ao delegado de Riachão, informou que sua função era a de “balançar bandeira”. Também com salário de R$ 4 mil, Emanuella Terezina Sarmento Falcão Almeida, 38 anos, disse que era uma das quatro caroneiras do Ford Ranger UAX-0B24, utilitário sob responsabilidade de Alfredo Wagner, secretário de Desenvolvimento Econômico da distante Imperatriz. Ela não informou em qual setor da prefeitura está lotada. Já o secretário Alfredo Wagner, 44 anos, diz ter renda mensal de R$ 30 mil, somando os ganhos como nomeado do município, com uma “academia” e com uma “agência de recrutamento”. A ranger alugada por ele custou-lhe R$ 13.157,17 pelo período de 28 de agosto a 29 de setembro, entende-se que para os deslocamentos de campanha. Isso significaria que investiu quase 50% do que ganhou no mês e ainda arcou com o prejuízo dos danos sofridos pela caminhonete que foi arrastada pelo trio elétrico antes de esmagar Eduardo Massoli. Em seu depoimento ao delegado Hudson Santos Nogueira, Alfredo Wagner diz ter percebido o motorista do trio elétrico, Raimundo Santos Martins, 48 anos, “alterado e agressivo, aparentando estar alcoolizado”, disse. O motorista foi autuado em flagrante, permanecia preso pelo menos até ontem, por não ser habilitado para dirigir caminhão e por não ter prestado assistência às vítimas, deixando, inclusive, o procurador Solon preso sob as rodas traseiras do veículo. Fonte: O Informante

IMPERATRIZ – Homem é condenado a 32 anos de prisão por latrocínio
Uma Denúncia do Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) levou a Justiça a determinar, no último dia 16, a pena de 32 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, e pagamento de 26 dias-multa contra Wellisson Rodrigues Leão pelo crime de latrocínio. Cada dia-multa corresponde a 1/30 do salário mínimo vigente na época do crime, que ocorreu em dezembro de 2008, em Imperatriz. De acordo com a manfestação, o condenado fingiu-se de cliente ao abordar o taxista Antônio Sebastião de Lima. Durante a corrida, ao chegar a um lugar isolado, anunciou o assalto. A vítima tentou fugir, jogou-se do veículo ao ver um homem na rua e correu para buscar ajuda, mas os dois foram feitos de reféns por Wellisson Leão e levados para um local ainda mais deserto. Neste local, Wellisson Leão atirou contra Antônio Sebastião de Lima, atingindo-o na cabeça. A segunda vítima, Norval Oliveira da Silva, iniciou uma luta corporal com o réu e também foi baleado, mas os dois conseguiram fazer com que o assaltante fugisse. As vítimas foram socorridas e Wellisson Leão foi preso em flagrante em seguida. APELAÇÃO Apesar da condenação, o Ministério Público do Maranhão ingressou, nesta quarta-feira, 23, com uma Apelação contra a sentença da 3ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz. De acordo com a promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira, titular da 4ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, o recurso foi necessário “devido à necessidade de ajustes quanto à dosimetria da pena”. Redação: CCOM-MPMA

Justiça suspende eleição antecipada da Mesa Diretora da Câmara de São Luís
Uma decisão da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Luís suspendeu a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal para o biênio 2027/2028. A votação estava marcada para 1º de outubro, três dias antes do primeiro turno das eleições gerais. A liminar foi concedida após cinco vereadores entrarem na Justiça para barrar a eleição antecipada. Eles questionaram as regras da convocação, incluindo a realização da votação em uma sessão extraordinária numa quinta-feira e a falta de definição sobre o voto ser aberto ou secreto. Os vereadores que entraram com a ação são Aldir Júnior, André Campos, Douglas Pinto, Dr. Joel e Flávia Berthier. O juiz Itaércio Paulino da Silva suspendeu o edital e determinou que a sessão e seus atos preparatórios não sejam realizados até nova decisão. A medida é provisória: a Câmara poderá fazer outra convocação, desde que observe a Lei Orgânica e o Regimento Interno. Veja a íntegra da decisão

Justiça afasta prefeito de Buriticupu-MA pela segunda vez
O prefeito de Buriticupu-MA, João Carlos Teixeira da Silva, foi novamente afastado do cargo por determinação da Justiça. A medida vale por 90 dias e atende a um pedido do Ministério Público do Maranhão. A decisão é da 1ª Vara da Comarca de Buriticupu e foi comunicada ao vice-prefeito José Antônio Lisboa Mendes, que deverá assumir o comando do município. João Carlos fica proibido de entrar na Prefeitura e de acessar os sistemas administrativos e financeiros durante o período do afastamento. É a segunda vez neste ano que o prefeito é retirado do cargo por decisão judicial. Em maio, João Carlos foi afastado durante a Operação Comensal, deflagrada pelo MPMA para investigar suspeitas de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em contratos da merenda escolar. Após cumprir o primeiro afastamento, o prefeito retornou ao comando de Buriticupu no fim de julho. Menos de dois meses depois, volta a deixar a Prefeitura por ordem da Justiça. O novo pedido do Ministério Público tramita em segredo de Justiça. Por isso, os motivos específicos que fundamentaram a decisão ainda não foram divulgados. Fonte: Luis Pablo

Orleans Brandão reage a suposto plano de homicídio contra ele e outros candidatos
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, afirmou neste sábado (12) ter sido surpreendido pela imprensa com informações sobre um suposto plano de homicídio contra ele e outros três candidatos. Em publicação nas redes sociais, Orleans disse estar “indignado e preocupado”, mas afirmou confiar nas autoridades policiais para esclarecer o caso. O candidato também declarou que espera uma apuração rápida e garantiu que o episódio não vai interferir em sua campanha.

Filha de procurador vira delegada no Maranhão após ficar em 2.018º lugar no concurso
A PGE (Procuradoria-Geral do Estado) do Maranhão tenta reverter no TJ (Tribunal de Justiça) a nomeação, por ordem judicial, de uma candidata não aprovada no concurso para o cargo de delegada realizado em 2017. Ariana Sampaio Sousa —filha do procurador Francisco Barros Sousa (atual subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos) e sobrinha do desembargador Raimundo Barros— havia sido eliminada ainda na primeira fase, ocupando a 2.018ª posição na prova objetiva. Ariana tomou posse em 12 de maio de 2025 por decisão do juiz Osmar Gomes dos Santos, da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís. A sentença, proferida em 7 de abril de 2025, foi contestada por recurso do governo estadual e aguarda julgamento dos desembargadores no TJ-MA. O caso tornou-se público na última semana após a manifestação de outro candidato do concurso, que questionou a nomeação alegando ter obtido nota superior à de Ariana na prova objetiva. O edital do certame previa 20 vagas para provimento imediato, sendo 15 para ampla concorrência e 5 reservadas para pessoas com deficiência e negras, além da formação de cadastro de reserva com 80 nomes. Ariana realizou apenas a prova objetiva e foi desclassificada, deixando de fazer as fases subsequentes da primeira etapa: Prova discursiva Avaliação de títulos Exames médicos Teste de aptidão física Avaliação psicológica Investigação social e funcional Para ser considerada apta, a candidata precisaria obter aprovação nas sete fases do processo seletivo. O concurso realizado por Ariana contava com cláusula de barreira no edital, limitando a convocação aos 225 primeiros colocados da ampla concorrência para a realização da prova discursiva. No processo, ao qual a coluna teve acesso, a candidata questiona a regra sob a alegação de ter acertado 60 das 100 questões, atingindo a pontuação mínima exigida na prova objetiva e o aproveitamento mínimo de 50% em cada grupo de disciplinas. Sua defesa argumenta que a Lei Estadual nº 12.212/2024 autorizou o governo a flexibilizar a cláusula de barreira para a convocação ao Curso de Formação Profissional e composição do cadastro reserva, sustentando que ela teria o direito de avançar no certame. A defesa destacou ainda que, amparada por uma decisão liminar anterior, Ariana concluiu o Curso de Formação Profissional na Academia de Polícia Civil com aprovação, o que demonstraria sua “aptidão para o exercício do cargo”. O que alegou a PGE Em contestação, a PGE defendeu a legalidade da cláusula de barreira e das normas estabelecidas no edital. O órgão esclareceu que a lei estadual citada pela defesa beneficiava apenas os candidatos considerados aptos em todas as fases da primeira etapa —grupo do qual Ariana não fazia parte, por ter sido eliminada na prova objetiva. A Procuradoria alertou também que a manutenção da posse pode gerar “efeito multiplicativo”, abrindo brecha para que milhares de candidatos desclassificados acionem o Judiciário. “Convocar a candidata para o Curso de Formação, que constitui a segunda etapa do certame, sem que ela tenha obtido êxito na primeira fase, é um absurdo sem precedentes. Tal decisão permitiria que a candidata ingressasse no curso de formação sem ter completado nenhuma das fases da primeira etapa, o que comprometeria a legitimidade e a equidade do processo seletivo”, citou a PGE na ação. O estado destacou ainda a jurisprudência do STF (Supremo Tribunal Federal), que reconhece a constitucionalidade de cláusulas de afunilamento em concursos públicos. O que decidiu o juiz Ao julgar a ação procedente, o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís anulou o ato de eliminação e determinou a nomeação e a posse da candidata. O magistrado ponderou que, embora as cláusulas de barreira sejam consideradas válidas pelo STF, devem respeitar os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Para o juiz, reverter a posse após a aprovação no curso de formação contraria o interesse público e a finalidade do concurso. “A autora demonstrou desempenho suficiente para avançar no certame e, inclusive, obteve aprovação no curso de formação. Assim, impedir sua nomeação com base em critérios que foram flexibilizados por legislação superveniente representa afronta à própria finalidade do concurso público e ao interesse público”, registrou a sentença. Recurso do estado e parecer do MP O governo do Maranhão recorreu da decisão reiterando que a manutenção da sentença abriria “precedente para que milhares de outros candidatos, igualmente desclassificados, recorressem ao Judiciário buscando reverter suas eliminações”. “Essa flexibilização das regras, além de comprometer a isonomia e a integridade do processo seletivo, afetaria diretamente a credibilidade dos concursos públicos, contrariando o princípio da eficiência administrativa”, alegou o estado. Procurada pela coluna, a PGE informou que “o estado se manifestará dentro dos prazos legais estabelecidos na legislação processual para a apresentação de sua defesa ou recurso”. Por Carlos Madeiro, do UOL

Lula grava o 20º vídeo em favor da Senadora Eliziane, mas Gama continua entre as mais rejeitadas nestas eleições
Por Jornalista Domingos Costa O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gravou esta semana mais um vídeo pedindo voto para Eliziane Gama, do PT, na disputa pelo Senado no Maranhão. Agora, com mais esse vídeo, somam-se outros 19 no mesmo sentido. Ocorre que, na prática, o esforço de Lula em favor de Eliziane não tem surtido muito efeito, ela continua entre os mais rejeitados pelos maranhenses. Em todas as pesquisas de intenção de votos, a ex-esposa de Inácio Melo figura nas últimas colocações. E, nestas eleições, entre as tantas dúvidas dos analistas políticos, há um consenso: Eliziane Gama está fora das duas cadeiras em disputa ao Senado Federal. Fonte: Domingo Costa

Um ano e quatro meses após ser nomeada Delegada de Polícia Civil do Maranhão, Juliana Milhomem é empossada juíza de direito no TJ-MA
No dia 06 de maio de 2025, “Governador Brandão empossa 40 delegados, 22 investigadores, 3 escrivãs e 9 peritos oficiais”, naquele dia, no ato realizado no Palácio Henrique de La Roque, entre os empossados estava Juliana Freitas de Souza Milhomem. Natural de Campina Grande – Paraíba, Juliana, 44 anos, ocupou o cargo de delegada da Polícia Civil do Estado do Maranhão por um ano e quatro meses, isso porque nesta sexta-feira, dia 11, ela foi empossada em uma nova função pública Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Maranhão. Antes de virar Delegada em maio de 2025, Milhomem ocupou outra função pública ligada a Justiça maranhense, foi durante 14 anos Oficial de Justiça a serviço do TJ-MA. No dia que foi empossada Delegada pelo Maranhão, Juliana Freitas de Souza Milhomem ocupou a mesa de autoridade e sentou ao lado do Governador Brandão; foi escolhida pelos colegas como oradora no evento. Essa mesma honra de ser a escolhida como oradora, Juliana também teve nesta manhã no Plenário do Palácio Clóvis Beviláqua. Agora, como juíza, ela falou em nome dos novos magistrados e magistradas. Milhomem destacou o papel de servidores do TJMA na condução do concurso, e agradeceu aos desembargadores Lourival Serejo – que assinou o Edital n. 1/2022; Paulo Velten, Froz Sobrinho, que realizaram as convocações anteriores; e Ricardo Duailibe, que formalizou a atual e maior convocação do concurso. Em seu pronunciamento, Juliana Freitas destacou a vocação protetiva e o papel de velar pelos direitos fundamentais da magistratura perante a sociedade, como as mulheres vítimas de violência doméstica e crianças que precisam da mão forte e segura de juízes e juízas aplicando a lei. “Ingressar nos quadros da magistratura neste momento histórico é um ato de crença. Crença nas instituições como guardiãs da dignidade humana; crença na lei como escudo dos que não têm outro. E crença, sobretudo, em que o Direito – quando exercido com coragem e honestidade – é capaz de dobrar a brutalidade do mundo”,ressaltou. Que o árduo, porém, gratificante caminho dos estudos de Juliana Freitas de Souza Milhomem sirva de exemplo para muitos concurseiros maranhenses e, também, por todo o Brasil. Fonte: Domingo Costa

TRE-MA defere por unanimidade a candidatura do Delegado Assis Ramos
Decisão unânime garante a manutenção do registro de candidatura e traz segurança jurídica para a campanha. O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) julgou nesta quinta-feira, por unanimidade, pelo deferimento da candidatura do Delegado Assis Ramos. A decisão consolida a regularidade do registro, confirmando que todos os requisitos legais e documentações exigidas pela Justiça Eleitoral foram devidamente cumpridos. Com o placar unânime entre os desembargadores eleitorais, a campanha ganha ainda mais fôlego e estabilidade jurídica, afastando qualquer tentativa de questionamento sobre a elegibilidade.

Prejuízo de Rildo Amaral nesta eleição é incalculável
Se tem um político que caiu em desgraça nestas eleições antes mesmo do abrir das urnas de outubro este é o prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral, do Progressistas. Até o começo de julho deste ano, Rildo tinha dois pré-candidatos “dentro de casa”, o irmão Flamarion Amaral (PV), que iria disputar cadeira na Câmara Federal, mas depois mudou para concorrer à vaga na Assembleia Legislativa; e também, dispunha da esposa Perla Amaral (União Brasil), que estava de prontidão para ser candidata a vice-governadora ou primeira suplente de algum candidato da base governista estadual. Ocorre que Rildo “surtou politicamente”, “engravidou pelos ouvidos” e decidiu radicalizar… Eleito no segundo turno das eleições de 2024 graças ao apoio do Governador do Maranhão, Carlos Brandão, Amaral decidiu em meados de julho deste ano declarar apoio exatamente ao político que tentou impedi-lo de ser prefeito: Eduardo Braide, do PSD. Para justificar a traição política histórica, Rildo confidenciou a aliados que esse era o “caminho mais curto para eleger o irmão e a esposa” nestas eleições. Ocorre que, no final das contas, o político imperatrizense foi traído pela sua própria ambição… Primeiro o irmão, que teve o nome reprovado na Convenção do seu partido, o PV. E diante da recusa, não conseguiu sequer registrar candidatura, ele ainda tentou mudar pelas vias da Justiça Eleitoral, mas teve seus pedidos negados. Em seguida, a esposa, escolhida primeira suplente de André Fufuca, que sofreu o mesmo viés do cunhado e também teve o nome recusado pelo seu partido, o União Brasil. Fora da ata da Convenção, ela não conseguiu entrar para a disputa da 1ª suplência ao Senado Federal nestas eleições. Após a ficha cair e perceber a derrota dupla, do irmão e da esposa, Rildo parece que esmoreceu nestas eleições e pouco é visto fazendo campanha eleitoral. E se a derrota do prefeito da segunda maior cidade do Maranhão já é grande, imagina o abrir das urnas do dia 04 de outubro confirmar a derrota do candidato a governo apoiado por Rildo, então, será apenas o “inicio do fim” da carreira política de Amaral em Imperatriz.
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