Lula diz: “Eu ganho mesmo errando”. A declaração reacende debates após encontro com Alexandre de Moraes.

L A declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que “eu ganho mesmo errando” gerou forte repercussão nas redes sociais e no meio político. Para apoiadores, a frase foi interpretada como uma demonstração de confiança política. Já críticos enxergam nela um sinal de excesso de autoconfiança e um desrespeito às cobranças da sociedade. O debate ganhou ainda mais força por ocorrer em um contexto em que Lula teve um café institucional com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Nas redes sociais, surgiram especulações tentando relacionar os dois acontecimentos. No entanto, até o momento não há evidências públicas de que a declaração de Lula tenha qualquer relação concreta com esse encontro. Qualquer afirmação de que o café teria influenciado ou motivado a fala permanece no campo das interpretações e opiniões, não dos fatos comprovados. Politicamente, a frase reforça a percepção de que Lula acredita na força de seu capital eleitoral e de sua capacidade de superar crises. Ao mesmo tempo, ela alimenta críticas da oposição, que vê na declaração um discurso incompatível com a responsabilidade de quem ocupa a Presidência da República. Assim, o episódio mostra como uma única frase pode intensificar a polarização política, mas é importante distinguir entre fatos comprovados e interpretações, evitando conclusões sem evidências.  

Orleans recebe propostas de lideranças evangélicas e garante portas abertas no Governo

Durante encontro realizado em São Luís, Orleans Brandão destacou a importância das igrejas na transformação social e garantiu que, caso eleito, manterá um canal permanente de diálogo com pastores, missionários e lideranças religiosas. *O candidato recebeu propostas que incluem novas ações de prevenção às drogas, apoio aos eventos religiosos, ampliação das parcerias com as igrejas, criação de um colégio evangélico e de um espaço estadual para grandes encontros do segmento*. Ao lado de Carlos Brandão e Edivaldo Holanda Júnior, Orleans afirmou que pretende fortalecer as políticas voltadas às famílias e ampliar as ações desenvolvidas em parceria com a comunidade evangélica. 

Presidente do TSE, Nunes Marques do STF diz que IA pode ser usada em campanha se não ‘prejudicar’ ninguém

Há problema em casos que ofender candidato, políticos ou outras pessoas esclareceu presidente do TSE   O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Kassio Nunes Marques, esclareceu no domingo (26) que o uso de inteligência artificial em campanhas é permitido desde que não prejudique ninguém. O magistrado afirmou haver problema se a tecnologia for utilizada para ofender candidatos, políticos ou outras pessoas. A declaração do presidente do TSE se deu depois da Convenção Nacional do Partido Liberal (PL), que oficializou no sábado (25) a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto. No evento, foi exibido um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro feito com inteligência artificial. Sobre a ação protocolada junto ao TSE, Nunes Marques disse ao Estadão que a Corte Eleitoral irá examinar o caso com base na resolução sobre inteligência artificial. O ministro relatou também que não poderia ainda se manifestar acerca do caso, mas destacou que a tecnologia é usada até pelo Judiciário e não deveria ser criminalizada de forma genérica. Moraes Alexandre de Moraes, apontou que o uso de um vídeo gerado por inteligência artificial com a imagem de Jair Bolsonaro na convenção de Flávio Bolsonaro pode configurar deepfake ilegal ou descumprimento de ordens judiciais.