Flávio Bolsonaro liga Fernando Sarney a Dino e questiona operação sobre filme de Bolsonaro

Flávio Bolsonaro, Flávio Dino e Fernando Sarney O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro levantou nesta sexta-feira (11), durante uma live nas redes sociais, suspeitas sobre uma possível ligação entre o empresário Fernando Sarney e o ministro Flávio Dino no caso envolvendo a produção do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio comentou o documento apreendido pela Polícia Federal em que Karina Gama, dona da produtora responsável pelo filme, relata ter sido procurada por Fernando Sarney para tratar de uma possível delação premiada. Segundo a empresária, Fernando teria afirmado possuir “grande proximidade” com Dino e oferecido apoio caso ela tivesse interesse em colaborar com as autoridades. Durante a live, Flávio chamou atenção para o fato de Fernando Sarney ser filho do ex-presidente José Sarney e do Maranhão, mesmo estado de origem de Dino. “Chuta qual o estado que ele é? Maranhão. Vocês sabem qual ministro do Supremo é do Maranhão? Já ouviram falar de Flávio Dino?”, questionou o senador. A declaração ocorre um dia depois de uma operação da PF, autorizada por Flávio Dino, atingir Karina Gama. O documento com o relato das supostas pressões foi encontrado durante as buscas. Karina afirma que as abordagens tinham como objetivo convencê-la a fazer uma colaboração premiada envolvendo Flávio Bolsonaro. Fernando Sarney nega as acusações. Em manifestação à imprensa, afirmou que não conhece Karina Gama, nunca manteve contato com ela e jamais tratou de delação envolvendo o filme. Também negou a alegada proximidade com Dino e afirmou que os dois estiveram em campos políticos adversários no Maranhão. Flávio Bolsonaro também classificou a investigação sobre o filme como uma “interferência política” e afirmou que a produção não recebeu recursos públicos. Para o senador, a operação teria motivação eleitoral diante de sua candidatura à Presidência da República.
Dino autoriza relatórios do Coaf em investigação policial sobre produtora de ‘Dark Horse’

Resumo O ministro Flávio Dino, do STF, autorizou o Coaf a produzir e compartilhar relatórios financeiros sobre a produtora Karina da Gama e sua ONG, o Instituto Conhecer Brasil. A medida atende a um pedido da Polícia Civil de São Paulo, antes negado pela Justiça paulista, que investiga o suposto desvio de verbas públicas da Prefeitura para financiar o filme “Dark Horse”, inspirado em Jair Bolsonaro. A defesa de Karina declarou respeitar a decisão e reafirmou que a produtora não cometeu irregularidades. Ao retirar o sigilo da investigação da Polícia Civil de São Paulo sobre o filme “Dark Horse”, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), também autorizou que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) produza relatórios financeiros sobre a produtora do longa-metragem, Karina da Gama, e sobre a ONG da qual ela é presidente, o Instituto Conhecer Brasil (ICB). Os policiais vinham solicitando a quebra de sigilo desde maio, mas os pedidos não foram autorizados pela Justiça paulista. A Polícia Civil de São Paulo pediu informações financeiras sobre Karina e o ICB contemplando a pesquisa desde junho de 2024, quando a entidade assinou um contrato com a Prefeitura de São Paulo para a instalação de pontos de WiFi livre em comunidades de baixa renda da capital paulista. Segundo as investigações, há suspeitas de que recursos públicos tenham sido desviados para a produção do longa-metragem inspirado na vida de Jair Bolsonaro. A Justiça de São Paulo não autorizou a quebra de sigilo sobre Karina e a ONG. Em decisão do final de agosto, o juiz Nelson Augusto Bernardes afirmou que, para autorizar a produção dos relatórios, eram necessárias mais informações sobre o objeto da investigação. A polícia prestou os esclarecimentos, mas a Justiça de São Paulo não voltou a analisar o pedido. Neste domingo, 13, a produção dos relatórios foi autorizada por Dino. O Coaf já produziu relatórios de inteligência sobre Karina da Gama no bojo de uma investigação da Polícia Federal sobre o desvio de recursos públicos para a produção de “Dark Horse”. Com a decisão de Dino, os dados poderão ser compartilhados com o inquérito da polícia paulista. Em nota, a defesa de Karina da Gama afirmou que recebe a decisão de Dino sobre a quebra do sigilo “com absoluto respeito”. “A transparência interessa à Justiça, à sociedade e, sobretudo, à própria defesa”, disse o advogado Ricardo Sayeg, que representa a produtora. A defesa sustenta que Karina não cometeu nenhum ilícito. Fonte: Terra.com.br
Roberto Carlos e a modelo inspiradora de ‘Namoradinha de um Amigo Meu’ viveram a dor da perda de um filho

Vários artistas do círculo do ‘Rei’ sofreram com o tipo de luto que abalou profundamente até o criador da Psicanálise, Freud Em 2014, três dias após enterrar seu único filho, Rafael, o apresentador Jô Soares estava de volta aos estúdios da Globo. Na primeira gravação, comentou a respeito. “Eu sofri a dor que é o pesadelo de todo pai. A inversão da ordem natural das coisas. A perda de um filho.” No universo artístico, outros famosos passaram pelo mesmo martírio. O cantor Roberto Carlos viveu isso duas vezes, com as mortes de Ana Paula, em 2011, e Dudu Braga, em 2021 — a quem ele definiu como o “grande ídolo” de sua vida. No entorno do ‘Rei’, amigos também sentiram o vazio da despedida de um filho. Entre eles, Wanderléa, com a morte de Leonardo, e Erasmo Carlos, pela partida de Carlos Alexandre. Outra pessoa que fez parte da história de Roberto Carlos e também conheceu esse luto devastador foi Maria Stella Splendore. A modelo teve dois filhos com o estilista Dener. O primogênito, Frederico, morreu aos 26 anos, em 1993. O casal era próximo do cantor de ‘Emoções’. Segundo Splendore disse numa entrevista à ‘Folha’, a canção ‘Namoradinha de um Amigo Meu’, de 1966, foi inspirada nela. Pai da Psicanálise, Sigmund Freud perdeu uma filha, Sophie, e um neto, Heinele. Em uma carta escrita a um amigo, citou “grave ferida narcísica”. “Desde então, não encontro mais prazer na vida.” Para ele, esse tipo de perda não atinge apenas o vínculo afetivo, mas também a imagem que os pais constroem da próxima existência e do futuro. Ninguém que sobrevive à morte de um filho continua sendo a mesma pessoa. Fonte: terra.com.br
Zanin manda PF entregar dados de celular de Vorcaro após manifestação contrária de Mendonça

Mais cedo, a PF havia informado que tem condições de enviar cópia do material a todos os gabinetes dos ministros do STF O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal entregue ao seu gabinete todo o conteúdo das cópias das conversas que foram extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro até as 23 horas deste domingo, 13. A determinação ocorre horas após o ministro André Mendonça se manifestar como contrário à abertura de todas as informações extraídas do celular de Vorcaro. Segundo Mendonça, a ação poderia “tumultuar” a sessão plenária marcada para terça-feira, 15. Em sua decisão, Zanin disse que quer “formar a sua convicção para estar apto” para a sessão, que, segundo ele, “ainda não tem objeto definido e poderá demandar análise de material extraído do celular do investigado Daniel Vorcaro”. Zanin iniciou a determinação frisando que a Polícia Federal, em resposta à solicitação feita por Edson Fachin, presidente da Corte, informou ter condições de enviar cópia do material a todos os gabinetes do Supremo Tribunal Federal sem prejuízo da preservação da cadeia de custódia. O ministro também afirmou que “os elementos de prova pertencem ao Plenário do Supremo Tribunal Federal e aos seus integrantes e não a um integrante específico”. Fonte: Portal Terra
Mendonça diz que abertura do celular de Vorcaro pode tumultuar julgamento no STF

Ministro afirma que todos os colegas têm acesso ao mesmo material e pede explicações a quatro delegados da PF sobre o envio de documentos. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça afirmou neste domingo, 13, que a abertura de todas as informações extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, neste momento, poderia “tumultuar” o julgamento marcado para terça-feira, 15. No despacho, Mendonça disse que a inclusão de novos elementos nos autos, incluindo a íntegra dos dados do aparelho, poderia colocar em risco o andamento das investigações. “A inserção de elementos adicionais, que não constam dos autos até o presente momento, o que inclui a abertura de todas as informações contidas no celular do senhor Daniel Vorcaro, somente contribuiria para tumultuar o julgamento, bem como colocaria em risco todo o seguimento e êxito das investigações”, escreveu. Mendonça também afirmou que todos os ministros têm acesso integral ao material que será utilizado na sessão de terça-feira. “Este ministro dispõe exatamente do mesmo conjunto de elementos de informação franqueado aos demais pares que irão participar da referida sessão”, afirmou. No mesmo despacho, o ministro pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, que determine a quatro delegados da Polícia Federal esclarecimentos sobre o envio de material ao gabinete dele em março de 2026. Mendonça apontou “divergência de informações” sobre as circunstâncias em que os documentos chegaram ao gabinete e disse que não foi indicada decisão que determinasse o encaminhamento. Os delegados Daniel Mostardeiro Cola, Wedson Cajé Lopes, Victor Arruda de Oliveira e Guilherme Alves de Siqueira terão, segundo o pedido, 24 horas para prestar informações sobre a entrega do material e eventuais “constrangimentos sofridos ao longo das investigações”. O despacho ocorre dois dias antes da sessão em que o STF deve analisar o relatório da PF que reúne mensagens trocadas entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. A discussão sobre o acesso aos dados do celular do ex-banqueiro ganhou força nos últimos dias. Ministros como Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e o próprio Moraes defenderam que o colegiado tenha acesso ao conteúdo integral do aparelho. Fachin havia dado à PF, no sábado, 12, prazo de 24 horas para esclarecer a situação do celular e a cadeia de custódia do material. Fonte: Portal Terra https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/mendonca-diz-que-abertura-do-celular-de-vorcaro-pode-tumultuar-julgamento-no-stf,aad578a0ac57cb31cf2d6c83f91554694xuvxf4j.html?utm_source=clipboard
A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e a Resolução nº 23.610/2019 do TSE tratam rigorosamente das condutas vedadas a agentes públicos

A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e a Resolução nº 23.610/2019 do TSE tratam rigorosamente das condutas vedadas a agentes públicos e proíbem o uso de dependências públicas para fins eleitorais. As regras se aplicam de forma igualitária a qualquer ocupante de cargo público, seja ele atual mandatário ou opositor. Abaixo estão as determinações legais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o uso de órgãos federais e residências oficiais em campanhas: 1. Regra Geral para Prédios e Órgãos Públicos O artigo 73, inciso I, da Lei nº 9.504/1997 proíbe expressamente: ”Ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios”. Isso abrange: Ministérios, Secretarias e Prédios Administrativos: Nenhum candidato pode realizar atos explícitos de campanha, pedidos de voto, gravações publicitárias em áreas restritas ou eventos de proselitismo político nesses locais. Servidores Públicos: É proibido ceder ou utilizar servidores públicos para atos de campanha durante o horário de expediente normal. 2. O Uso das Residências Oficiais (Palácio da Alvorada e Granja do Torto) A legislação abre uma única exceção pontual no parágrafo 2º do Art. 73 para quem ocupa o cargo de Presidente da República em exercício de mandato: O que é permitido: O uso das residências oficiais (como o Palácio do Alvorada) para reuniões de trabalho político e recepção de apoiadores, desde que não assuma caráter de ato público ou comício e que os custos correspondentes não sejam bancados por recursos públicos de propaganda. O que é proibido: O uso do Palácio do Planalto (sede de governo e local de trabalho) para atos ostensivos de campanha ou gravações em ambientes de acesso restrito, assim como a realização de lives de campanha ou pronunciamentos em canais oficiais com finalidade eleitoral. 3. O Entendimento do TSE nos Casos do Pleito de 2022 Durante a eleição de 2022, o TSE proferiu decisões específicas sobre a atuação de Jair Bolsonaro (então Presidente e candidato à reeleição) e Luiz Inácio Lula da Silva: Palácio da Alvorada / Planalto (Jair Bolsonaro): O TSE proibiu que o então presidente utilizasse o Palácio do Planalto e as instalações do Palácio da Alvorada como cenário principal para a gravação de suas “lives” e inserções da propaganda eleitoral gratuita. A justificativa da Corte foi evitar o uso da estrutura e do peso institucional do Estado para gerar vantagem na igualdade de disputa. Uso da Estrutura por Adversários / Lula: A legislação e o TSE vetam expressamente que qualquer candidato — seja de oposição ou da base governista — utilize dependências, auditórios ou órgãos federais de Brasília para a realização de agendas de propaganda eleitoral privada ou gravações em áreas restritas. Sanções A infração ao artigo 73 sujeita o infrator e o candidato beneficiado a: Multa fixada em dinheiro. Ajuizamento de Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por abuso de poder político. Cassação do registro ou do diploma e eventual declaração de inelegibilidade, caso seja comprovada a gravidade da conduta na paridade de armas.
Brasil como uma importante plataforma utilizada pelo tráfico internacional para levar cocaína à Europa

Uma reportagem publicada pelo jornal francês Le Figaro aponta o *Brasil como uma importante plataforma utilizada pelo tráfico internacional para levar cocaína à Europa,* especialmente em direção à França. Segundo a reportagem, organizações criminosas utilizam a estrutura logística e os portos brasileiros para concentrar e enviar grandes carregamentos da droga. A cocaína, porém, é produzida principalmente em países como Colômbia, Peru e Bolívia, e o Brasil aparece como uma rota estratégica para o transporte até o mercado europeu. O tema também foi destacado pelo jornal francês Le Parisien, que, citando uma nota do órgão antinarcóticos francês (Ofast), informou que o Brasil se tornou um dos principais pontos de partida de “mulas” aéreas que transportam cocaína para a França. (leparisien.fr) A Revista Oeste, ao repercutir a reportagem do Le Figaro, informou que redes criminosas podem movimentar cerca de 20 toneladas de cocaína por ano a partir do Brasil com destino ao mercado francês. (revistaoeste.com)
Pressão no Senado: articulações da direita esbarram na blindagem da Presidência ao STF*

A composição das forças políticas no Congresso Nacional projeta um cenário de crescente tensão institucional. De um lado, parlamentares de oposição e da ala conservadora articulam o avanço de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Do outro, a postura de alinhamento e moderação adotada pela Presidência do Senado consolida-se como a principal barreira para o prosseguimento dessas pautas. O senador Davi Alcolumbre (União-AP), eleito para presidir a Casa no biênio 2025-2026, é apontado por correligionários e analistas como o fiador da estabilidade entre os Poderes. Historicamente refratário a medidas que fragilizem o diálogo com a Suprema Corte, Alcolumbre mantém a prerrogativa exclusiva do cargo de pautar ou arquivar requerimentos de afastamento. A conta do plenário vs. o freio da mesa Embora a oposição projete bancadas expressivas com capacidade de alcançar a maioria absoluta nas votações, o rito processual do Senado estabelece que nenhum processo de impeachment avança sem a assinatura preliminar do presidente da Casa. Prerrogativa regimental: O trancamento na mesa diretora impede que os requerimentos sigam para análise de comissões ou votação em plenário. Construção de pontes: A conduta de Alcolumbre prioriza agendas institucionais, econômicas e de governabilidade, em detrimento do confronto direto com o Judiciário. Estratégia da direita: A oposição condiciona o apoio a futuras composições legislativas à garantia de pautar denúncias, criando um impasse que tensiona a rotina legislativa. Projeções para as próximas eleições da Casa Diante das especulações sobre a permanência do grupo político de Alcolumbre na liderança do Senado, o debate em torno da abertura de processos contra integrantes do STF ganha contornos de cabo de guerra político. Sem a alteração no comando do Legislativo ou uma mudança expressiva na orientação política da Mesa Diretor, a tendência monitorada nos bastidores de Brasília é a manutenção do represamento dessas matérias, independentemente do peso numérico acumulado pela direita nas bancadas.
BTG/Nexus já coloca Augusto Cury em terceiro e com dois dígitos

De acordo com a nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (31/8), mostra o atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), liderando as intenções de voto no primeiro turno e empatando tecnicamente com Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, na disputa pela Presidência da República. No entanto, a grande novidade do levantamento é o candidato Augusto Cury (Avante), que em pouco tempo conseguiu algo que muitos tentaram e não conseguiram. Cury já assumiu a terceira colocação e alcançou dois dígitos com 11%. Na última pesquisa BTG/Nexus, no início do mês, ele tinha apenas 2%. Em eventual disputa de segundo turno, Lula registra 46% das intenções de voto, contra 45% do Flávio Bolsonaro – empate técnico, os dois mantendo os mesmos percentuais da pesquisa anterior. Foram ouvidos 2.005 eleitores entre os dias 28 e 30 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa BTG Pactual/Nexus está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08900/2026. Fonte: Jorge Aragão
TRISTEZA: IDOSA DE 71 ANOS SAI PARA CHURRASCO E, AO VOLTAR, ENCONTRA CASA INVADIDA; APÓS 11 DIAS SEM CONSEGUIR ENTRAR, DESCOBRE DETALHE ASSUSTADOR: “ME VIGIAVA HÁ 2 ANOS”

Uma situação que deveria durar apenas algumas horas acabou se transformando em dias de angústia para uma idosa de 71 anos, moradora da Vila Mariana, na Zona Sul de São Paulo. Dona Ana Maria afirma que ficou 11 dias sem conseguir entrar na própria residência depois de descobrir que o imóvel havia sido ocupado enquanto ela estava fora. Segundo o relato da idosa, ela mora no local há décadas e havia saído de casa para participar de um churrasco. Naquela noite, decidiu dormir na residência de parentes e pretendia retornar normalmente no dia seguinte. No entanto, quando voltou, encontrou uma situação completamente inesperada: havia um cadeado impedindo seu acesso ao imóvel. Foi então que Dona Ana Maria percebeu que outras pessoas estavam dentro da casa. De acordo com seu relato, as ocupantes se recusavam a deixar o imóvel, e a idosa passou vários dias sem conseguir ter acesso à residência onde vive há tantos anos. A situação teria se prolongado por aproximadamente 11 dias. Durante esse período, Dona Ana Maria buscou uma maneira de recuperar o acesso ao imóvel e conseguiu acionar a polícia. Agentes foram até o endereço para acompanhar a ocorrência e realizar a retirada das pessoas que estavam na residência. Quando finalmente conseguiu voltar para dentro de casa, a idosa afirma que encontrou um cenário muito diferente daquele que havia deixado. Segundo Dona Ana Maria, o imóvel estava extremamente sujo, com diversos objetos fora do lugar e pertences danificados. Ela também contou que encontrou coisas espalhadas pelos cômodos e disse que até mesmo o fogão havia sido retirado de seu lugar habitual e colocado dentro de um dos quartos. Além dos danos e da sujeira encontrados após a retomada da residência, outro detalhe do caso chamou ainda mais a atenção da moradora. Dona Ana Maria afirma que uma das mulheres que estavam no imóvel teria dito que já observava sua rotina havia aproximadamente dois anos. Segundo a idosa, essa pessoa teria acompanhado seus movimentos durante esse período e já teria a intenção de entrar no imóvel. A declaração deixou Dona Ana Maria ainda mais preocupada, principalmente porque ela vive no endereço há décadas e jamais imaginou passar por uma situação semelhante. Depois de 11 dias de incerteza, a moradora finalmente conseguiu retornar para sua residência. Agora, além de reorganizar e limpar o imóvel, ela precisa lidar com os prejuízos deixados no local e com o impacto de descobrir que, segundo seu próprio relato, sua rotina poderia estar sendo observada havia muito tempo antes da invasão.