
A poucos dias do segundo turno da eleição nacional, marcado para 25 de outubro de 2026, o “juízo final” do lulopetismo, o “espectro político” representado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deu um show de horrores na Avenida Paulista e na estação do metrô.
Pichações, depredação, incêndio de lixeiras, exibição do uso de cocaína e xingamentos impublicáveis, além de pânico e medo.
Jovens mascarados, alguns com os cabelos pintados de verde e vermelho e sombras nos olhos que os faziam parecer zumbis, gritavam o nome de Lula como bezerros desmamados.
Corriam, pulavam, abaixavam as calças, rebolavam e urinavam nas passarelas, chutando portas de lojas e arrancando placas de sinalização, como se estivessem em um ringue de vale-tudo.
A indumentária incluía mulheres seminuas e homens biológicos com sungas fio-dental e coturnos.
As palavras de ordem mandavam Flávio tomar no c., clamavam pela libertação da Palestina, pela destruição do Estado de Israel e pelo fim do que vociferavam ser o “domínio dos ianques”. Claro que, nessa parte, a coreografia foi coroada com a queima da bandeira estadunidense.
Para os especialistas, movimentos como o de domingo, 11 de outubro de 2026, reforçam o fim da hegemonia petista, resultado de anos de alienação e da decadência de uma doutrina extremamente perversa para a juventude brasileira!
O fato é que a desordem e a excrescência têm efeito colateral entre aqueles indecisos, mas pacatos e religiosos, que não desejariam ver os filhos integrando uma horda de vandalizadores alucinados.