A deputada federal eleita pelo Estado de Minas Gerais, Ana Elisa Santos Silva, do PT, era a pá de cal que faltava para sepultar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno do pleito nacional, após amargar derrota no primeiro turno para Flávio Bolsonaro.

Tida, até então, como uma excepcional cartada da campanha lulista para emplacar narrativas desfavoráveis ao líder bolsonarista, propagando notícias falsas, a influenciadora deixou seu candidato em apuros após a revelação de postagens de ódio, de cunho racista e preconceituoso, nas quais teria vociferado ataques à fé cristã, além de defender a derrubada das redes sociais e suplicar a “Xandão” — referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes — que banisse o Facebook, o Instagram e o X, antigo Twitter, utilizados por críticos ao regime vigente.

Afoita, Ana Elisa teria praticado injúria racial contra a população negra do Sul do País e lamentado o fato de o pensamento divergente encontrar eco entre os “pretos do Sul”, expressão que teria empregado para destilar raiva indisfarçável.

Ao tratar do aborto, tema sensível, a deputada eleita fez uma defesa pouco ortodoxa, recorrendo a linguajar chulo para apoiar, por conseguinte, a interrupção da gestação.

A repercussão das declarações tomou de assalto a campanha de Lula, enquanto sua escudeira se apressou em apagar as postagens, numa vã tentativa de conter o chamado “fogo amigo”.

A supremacista negra, em razão de sua elevada intolerância política e religiosa, notabilizou-se, em tão pouco tempo, pela defesa de práticas autoritárias, a exemplo daquelas atribuídas ao Estado Islâmico, incompatíveis com os princípios fundamentais da liberdade de expressão e de crença, pilares de nossa República, já tão combalida.

Uma resposta

  1. Isso é inadmissível, inaceitável, como uma parlamentar nesse aspecto pode representar uma população? Ela deve perder o mandato antes de ser empossada, ela não tem responsabilidade, é uma racista e impostora.
    Não tem senso de ser humano, eu como cristão não me conformo com tantas atrocidades mencionadas por essa pessoa, que Deus tenha misericórdia da vida dela.

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